28 de janeiro de 2026

Minha Lua Rara

Sinopse


Na gelada Nevoah, Sarah é uma vazante que, além da liberdade, procura o amor sem imaginar que o jovem Ethan Pires, de sangue português, está prestes a cruzar seu caminho e o encher com o sol da paixão.


Em breve, aqui, para venda

Muito belo, um colírio aos olhos, Ethan, ex-jornalista de fama apesar dos 25 anos, busca ressignificar a vida depois de algumas frustrações.   

O casal é alvo de criaturas perigosas que o desejam pela cegueira de amar: Ethan, da labiríntica Luna; Sarah, de Nolan, a própria figura da possessividade.

Nesta fantasia de amor, mistérios e descobertas, trazendo o novelista Rui Vilhena como um dos protagonistas, o leitor se depara com personagens cheios de nuances humanas, tanto que chegam a parecer reais. Fica de frente ainda com os diamantes da gratidão e da prosperidade, expostos com poesia e força. Depara-se com os carismáticos cenários portugueses de Lisboa, Cascais, Almada, Caldas da Rainha, Covilhã e, ainda, com o brasileiro Recife.

Este é um romance que, além de narrar o amor entre a linda vazante e o ex-jornalista adorável, deixará todos os públicos com o irresistível gostinho de quero mais.


Visite o Instagram do Autor: @joseluizsantanaautor


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25 de janeiro de 2026

“AUTO DA COMPADECIDA” COM SIMONE FIGUEIREDO

Fotos: Acervo

Em Recife, e veja, ao final desta ENTREVISTA,
os dias das apresentações da peça

 

A atriz, gestora, produtora e arte-educadora, que dispensa apresentações, foi direto ao ponto quando quisemos saber sobre esta recente montagem teatral da obra de Ariano Suassuna.

 

JOSÉ LUIZ SANTANA (IZAN SANT) – Nossa Senhora é uma das figuras mais amadas de "O Auto da Compadecida". Como é, para você, reinterpretar essa personagem tão sagrada dentro de uma farsa modernesca, dialogando ao mesmo tempo com a tradição popular e com uma linguagem contemporânea?

SIMONE FIGUEIREDO
- Interpretar uma personagem histórica defendida por grandes atrizes do Teatro e do Cinema brasileiros é uma honra, ao mesmo tempo, um grande desafio. A Compadecida é contraponto aos demais personagens que são farsescos. Portanto, encontrar o equilíbrio entre essa polaridade foi o caminho escolhido para a construção da personagem.


- Sendo uma atriz pernambucana, o que muda — no corpo, na voz ou na emoção — ao viver Nossa Senhora em Recife, diante de um público que carrega uma relação tão afetiva com Suassuna e com essa obra?

SF
- Claro que a proximidade da obra e do autor com o público pernambucano e nordestino torna o desafio maior. Procurei usar alguns gatilhos para essa construção: ouvi  canto gregoriano, mariano, música instrumental de autores nordestinos, vi pinturas de Nossa Senhora de todas as épocas ao mesmo tempo que me permiti seguir minha intuição à partir desses estudos.


- Essa montagem brinca com o riso para chegar a temas profundos como justiça, misericórdia e humanidade. O que essa Nossa Senhora “moderna” ensina a você, neste momento, como artista e como pessoa?

SF
- A Compadecida apresenta uma natureza terna e compreensiva com as fraquezas humanas. A Compadecida me ensina a ser mais disponível e simples nas relações, mais humana, mais sensível às questões sociais atuais. Uma coisa que busquei no processo de construção da personagem foi a mistura da fé Católica com a cultura popular e a introdução de símbolos de religiões de matrizes africanas. O Brasil tem o cenário religioso diversificado, como a sua cultura. Com certeza, saio melhor depois do trabalho.

 

“Auto da Compadecida”, próximas apresentações:

 

- Dias 28 e 29 de janeiro, às 19h, no Teatro Samuel Campelo (Sesc Jaboatão dos Guararapes).

- Dias 30 e 31 de janeiro, às 19h e às 17h, respectivamente, no

Teatro do Parque, Recife - PE.

- Dia 03 de fevereiro, às 19h, no Sesc Ler Goiana - Goiana- PE.

 

Relembre outra entrevista com Simone Figueiredo AQUI. 

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11 de janeiro de 2026

“Ninguém como Tu”: Um clássico reescrito com poder


Exibida pela TVI e Prime Video,
dia 19 de janeiro estreia a 2ª. temporada

 


Desde os primeiros minutos, Ninguém Como Tu provou que não é apenas uma revisitação de um clássico: é uma obra que respira maturidade, densidade emocional e ambição narrativa. Rui Vilhena, autor indicado ao Emmy, pegou na essência da sua novela icónica de 2005 e transformou-a numa série contemporânea, elegante e profundamente envolvente, capaz de dialogar com o passado sem jamais ficar presa a ele.

Foto: Reprodução/Instagram TVI - @tvioficial

A primeira temporada construiu-se como um puzzle emocional, onde vimos que cada personagem carrega segredos, culpas e desejos que se entrelaçam de forma precisa e impactante. A escrita é afiada, os diálogos são carregados de intenção e o ritmo sabe quando acelerar ou silenciar, respeitando o peso dramático de cada cena. Há amor, vingança, redenção e dor, mas sobretudo há humanidade — algo que Vilhena domina como poucos.

O resultado é uma série que prende o espectador pelo coração e pela inteligência, sustentada por um texto sólido e uma visão autoral clara. Não por acaso, Ninguém Como Tu foi nomeada como um dos melhores programas de 2025, reconhecimento justo para uma produção que honra a teledramaturgia portuguesa.

Com a segunda temporada prestes a estrear, a expectativa é elevada: porque quando a escrita é forte e a história é verdadeira, o público não quer apenas assistir — quer continuar a sentir.


Estreia na segunda, 19, não deixe de ver!

Acompanhe a programação da TVI, clique: @tvioficial

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17 de dezembro de 2025

Top Culinária: Gelatina para o seu Natal


By Silvana Argenta

Dá para fazer em casa, para o Natal, o Ano Novo ou para qualquer outro evento que se preze. Uma receita que brasileiros e portugueses irão adorar. Os Ingredientes são...

1 caixinha de gelatina em pó sabor limão; 2 caixinhas de gelatina em pó sabor morango; 1 bandeja de morangos; 1/2 caixinha de chantilly (100 ml).

Modo de preparo:
1 -  Prepare a gelatina sabor limão, conforme instruções da embalagem. Despeje em taças e as coloque em um recipiente, de forma que as taças fiquem inclinadas e leve à geladeira para a gelatina firmar. Observe as imagens.

2 -  Prepare as gelatinas sabor morango, conforme instruções da embalagem, coloque nas taças juntamente com a gelatina de limão já endurecida e acrescente os morangos picados. Retorne à geladeira para firmar.

3 -  Chantilly. Antes da caixinha ser usada, deve ficar na geladeira por 12 horas ou no congelador por 40 min. Após, bata na batedeira em velocidade média até ficar uma consistência firme.

O 4o. passo é decorar as taças com chantilly e finalizar com um morango. Leve para gelar.


Silvana administra o blog Adoçando seu Dia.
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27 de novembro de 2025

Agrotóxicos: reduza-os dos seus alimentos


Foi constatado por ambientalistas que o Brasil é líder no uso de agrotóxicos. Segundo o site contraosagrotoxicos.org, de agosto de 2019, você verifica a informação de que 44% dos princípios ativos liberados no país foram proibidos na Europa. Quer dizer, os brasileiros consomem demais este veneno – e nem todos podem ter um pomar e uma horta em casa, modo através do qual poderiam estar livres dos ataques ao seu organismo. 


O que fazer, portanto, além de pressionar os órgãos competentes de Saúde e os seus parlamentares contra essa situação alarmante? Enquanto se aguarda resultados, e a espera pode ser longa, deve-se destruir / ou diminuir (no caso) a ação desses herbicidas nos seus alimentos, conforme indicamos no título do post.


Nos últimos meses do ano passado, mais de 260 agrotóxicos (20% altamente nocivos) foram liberados.
Há um município do Mato Grosso — Lucas do Rio Verde — onde cada residente consome até 120 litros de agrotóxico das plantações (Informação compartilhada pela respeitável Folha de Pernambuco).
Mas, a dica referente à redução dos agroquímicos é simples, até conhecida. 
De acordo com a informação do médico, no link abaixo, é com tintura de iodo, assim:

. Para cada litro de água, coloque 5 ml de tintura de iodo a 2%.
Mergulhe as frutas, verduras e legumes que irá consumir no dia e tampe, pois é necessário estar no escuro, para não oxidar.


. Após 1 hora, derrame a água e lave novamente os alimentos: eles, finalmente, estarão prontos para o consumo, pois terão muito menos, ou, quem sabe?, nenhum agrotóxico.
Adote esta dica, só não deixe de lutar, cobrar dos políticos e do departamento de Saúde maior as medidas cabíveis a fim de tentar diminuir a utilização dos herbicidas nas plantações.

Um papo para o seu Bem.

Ouça aqui sobre este processo da
retirada por quem entende de saúde

Site contraosagrotoxicos.org 
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